📅 Publicado em: março de 2026
🕐 Tempo de leitura: 9 minutos
- O que é o IFRS S1 e S2 e como chegou ao Brasil
- A arquitetura do sistema: ISSB, CBPS e CVM
- Quem está obrigado e desde quando
- Os quatro pilares do CBPS 01
- Materialidade financeira: o conceito central
- Escopo 3 e o CBPS 02
- Asseguração razoável: o divisor de águas
- O cronograma real de 2026 a 2027
- Por onde começar a implementação
- Todos os artigos da série
- Perguntas frequentes
O IFRS S1 e S2 não é uma versão mais rigorosa do relatório GRI. É uma mudança de natureza: o reporte de sustentabilidade saiu do departamento de comunicação e entrou no mesmo regime jurídico das demonstrações financeiras auditadas. Para mais de 700 companhias abertas brasileiras, isso significa que o exercício de referência já está em curso — e os dados que comporão o primeiro relatório obrigatório estão sendo gerados agora.
O International Sustainability Standards Board — ISSB — foi criado em novembro de 2021, durante a COP26 em Glasgow, com o objetivo de desenvolver um conjunto global de padrões de divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade. Em junho de 2023, publicou suas duas primeiras normas: o IFRS S1, que estabelece requisitos gerais de divulgação, e o IFRS S2, específico para riscos e oportunidades climáticos. O Brasil foi o primeiro país do mundo a adotar formalmente essas normas com caráter obrigatório — e o fez em outubro de 2023, com a Resolução CVM 193, antes mesmo de os pronunciamentos técnicos brasileiros estarem finalizados.
O resultado é um sistema regulatório que combina norma global, adaptação nacional e obrigação legal — com prazo único e intransferível de maio de 2027. Entender esse sistema é o pré-requisito de qualquer decisão de implementação.
A arquitetura do sistema IFRS S1 e S2 no Brasil: ISSB, CBPS e CVM
O sistema brasileiro replica a estrutura global, mas com denominação e autoridade próprias. Três camadas definem a obrigação:
ISSB — camada global. O International Sustainability Standards Board, vinculado à IFRS Foundation, publicou o IFRS S1 (requisitos gerais) e o IFRS S2 (clima) em junho de 2023. As normas foram endossadas pela IOSCO e adotadas por 36 jurisdições globalmente — tornando-se a linguagem comum dos mercados de capitais internacionais.
CBPS — adaptação brasileira. O Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade, criado pela Resolução CFC nº 1.670 e composto por CFC, ABRASCA, APIMEC, B3, Ibracon e FIPECAFI, finalizou a tradução e adaptação em setembro de 2024. Publicou o CBPS 01 (equivalente ao IFRS S1) e o CBPS 02 (equivalente ao IFRS S2). Nos relatórios técnicos e exigências regulatórias brasileiras, as referências corretas são CBPS 01 e CBPS 02.
CVM — obrigação legal. As Resoluções CVM 217 e 218, publicadas em outubro de 2024, tornaram os pronunciamentos CBPS obrigatórios para companhias abertas registradas na CVM a partir do exercício fiscal de 2026. A CVM rejeitou formalmente o pedido de adiamento em fevereiro de 2026 — o prazo é definitivo.
Brasil torna-se o primeiro país a adotar formalmente as normas ISSB. Período voluntário iniciado para companhias abertas.
Pronunciamentos técnicos brasileiros publicados: versão nacional do IFRS S1 e S2, com adaptações para o contexto regulatório local.
Obrigatoriedade confirmada. Exercício fiscal de 2026 definido como exercício de referência. Asseguração razoável exigida desde o primeiro ciclo.
Pedido formal da ABRASCA negado. Carta conjunta de Amec, APIMEC, CFC e Ibracon apoia a manutenção do cronograma.
Para uma análise aprofundada do que esse sistema significa na prática para companhias abertas brasileiras, leia o artigo IFRS S1 e S2 no Brasil: o que muda para companhias abertas a partir de 2026.
Quem está obrigado pelo IFRS S1 e S2 no Brasil
As Resoluções CVM 217 e 218 definem um escopo mais amplo do que muitas empresas percebem. O critério determinante é o registro na CVM — não o porte, o setor ou a capitalização de mercado.
- Companhias abertas registradas na CVM — todas, sem exceção de setor ou tamanho
- Fundos de investimento emissores de valores mobiliários registrados na CVM
- Securitizadoras que emitam CRI ou CRA com registro na CVM
- Instituições financeiras segmentos S1 e S2 do Banco Central (Res. CMN 5.185/2024)
- Fornecedores de empresas listadas serão pressionados a fornecer dados de Escopo 3
- Empresas de capital fechado com clientes listados enfrentarão exigências crescentes de dados
- A obrigação não termina na empresa listada — ela se propaga pela cadeia de valor
- Setor financeiro S3 do Banco Central: obrigatoriedade a partir de 2028
Os quatro pilares do CBPS 01 — o que o IFRS S1 e S2 exige divulgar
O CBPS 01 organiza as exigências de divulgação em quatro pilares interdependentes. Cada pilar exige evidência de processo — não apenas declaração de intenção — e todos precisam estar operacionais durante o exercício de 2026, não apenas no momento da publicação do relatório em 2027.
Governança. Como o conselho de administração e a diretoria supervisionam riscos e oportunidades de sustentabilidade. Inclui composição relevante, competências e frequência de supervisão do conselho. A responsabilidade é fiduciária — conselheiros que aprovem relatórios inconsistentes respondem pessoalmente nos termos da Resolução CVM 80/2022. Para aprofundamento: O que o conselho e o CFO precisam saber sobre IFRS S1/S2.
Estratégia. Como riscos e oportunidades de sustentabilidade afetam o modelo de negócio, a estratégia e as perspectivas financeiras da empresa. Inclui análise de cenários climáticos (para o CBPS 02) e divulgação de como a empresa está se adaptando ou planejando se adaptar. A conexão entre agenda ESG e estratégia de negócio precisa ser demonstrável — não apenas declarada.
Gestão de Riscos. Como a empresa identifica, avalia e gerencia riscos e oportunidades de sustentabilidade — e como esses processos se integram à gestão de riscos geral da organização. O processo precisa estar documentado e rastreável durante o exercício, não apenas descrito no relatório final.
Métricas e Metas. Os dados quantitativos usados para avaliar e gerenciar os riscos e oportunidades materiais — incluindo emissões de Escopo 1, 2 e 3 para o CBPS 02. As métricas precisam ser coletadas com rastreabilidade auditável durante o exercício de 2026. Para o CBPS 02, isso inclui o desafio estrutural do Escopo 3 da cadeia de valor — detalhado em Escopo 3 e IFRS S2: por que a cadeia de valor é o maior gargalo do reporte climático.
Materialidade financeira no IFRS S1 e S2: a diferença que define o que divulgar
A materialidade financeira é o conceito que mais paralisa equipes técnicas de ESG no Brasil — não por falta de informação, mas por confusão com frameworks que parecem similares e funcionam de forma oposta. O CBPS 01 adota exclusivamente materialidade financeira: uma informação é material se sua omissão ou distorção pode razoavelmente influenciar as decisões dos investidores.
- Pergunta central: o que nossa empresa causa no mundo?
- Direção: de dentro para fora
- Audiência: stakeholders em geral
- Critério: relevância dos impactos sobre pessoas e meio ambiente
- Pergunta central: o que pode afetar nosso valor para os investidores?
- Direção: de fora para dentro
- Audiência: investidores e mercado de capitais
- Critério: capacidade de influenciar razoavelmente as decisões de alocação de capital
O processo de avaliação de materialidade financeira precisa ser documentado — o auditor vai verificar o raciocínio que levou à inclusão ou exclusão de cada tema, não apenas a lista final. As normas SASB do setor são o ponto de partida obrigatório indicado pelo CBPS 01 para identificação de temas potencialmente materiais.
Escopo 3 no CBPS 02: o maior gargalo do IFRS S1 e S2 na prática
O Escopo 3 representa em média mais de 80% das emissões totais de uma empresa — e é o dado menos rastreável. O CBPS 02 exige a divulgação das 15 categorias do GHG Protocol que forem materiais, com evidência de processo que permita asseguração razoável. Não basta calcular um número. O auditor vai verificar a fonte de cada dado, a metodologia aplicada e o protocolo de coleta que existia durante o exercício.
Para a estratégia completa de como estruturar a coleta de Escopo 3 com rastreabilidade auditável, leia Escopo 3 e IFRS S2: por que a cadeia de valor é o maior gargalo do reporte climático.
Asseguração razoável no IFRS S1 e S2: o requisito que separa relatório de documento
A exigência de asseguração razoável desde o primeiro ciclo obrigatório é o elemento que mais distingue o regime IFRS S1 e S2 de tudo que existia antes no Brasil. Não é um detalhe técnico — é a diferença estrutural que determina o que precisa existir dentro da empresa antes de o relatório ser escrito.
Asseguração limitada — padrão dos relatórios voluntários: o auditor verifica se algo chamou sua atenção como incorreto. Conclusão negativa. Trabalho de revisão analítica e indagações. Pode ser conduzido com dados consolidados após o fechamento do exercício.
Asseguração razoável — padrão das demonstrações financeiras auditadas: o auditor obtém evidências suficientes para concluir positivamente que as informações estão livres de distorções relevantes. Requer controles internos funcionando durante o exercício — não apenas após o fechamento. O auditor verifica o processo que gerou o dado, não apenas o dado.
Para o IFRS S1 e S2 no Brasil, a CVM exige asseguração razoável desde o primeiro relatório obrigatório — não há período de carência ou escalonamento do padrão.
Há uma implicação regulatória crítica sobre quem pode realizar essa asseguração: a firma que implementar o processo de adequação IFRS S1 e S2 não poderá, pela regra de independência auditorial (NBC PA 01 do CFC), ser a mesma a assegurar o relatório. Esse conflito estrutural afeta diretamente empresas que estão avaliando contratar uma Big 4 para os dois serviços simultaneamente. Para entender esse ponto em profundidade, leia Por que a firma que vai auditar seu relatório IFRS S1/S2 não pode ter feito a implementação.
O cronograma real do IFRS S1 e S2: o que precisa acontecer trimestre a trimestre
O prazo de maio de 2027 frequentemente é lido como o momento em que o problema começa. Essa leitura está errada. O exercício de referência é 2026 inteiro — de 1º de janeiro a 31 de dezembro. Dados coletados sem controles adequados durante o exercício não são reconstruíveis retroativamente com qualidade auditável.
Diagnóstico de prontidão. Estruturar governança interna. Nomear responsável pelo reporte com autoridade para integrar áreas. Envolver CFO. Iniciar seleção do auditor independente.
Conduzir análise de materialidade financeira (CBPS 01). Mapear gaps de dados. Identificar categorias materiais de Escopo 3. Iniciar engajamento de fornecedores críticos.
Implementar controles internos com rastreabilidade auditável. Protocolo de coleta de Escopo 3 ativo. Primeiro encontro formal com auditor independente. Integrar sistemas ESG ao ERP financeiro.
Fechar dados do exercício. Documentar processos e evidências. Revisão preliminar com auditor. Consolidar rascunho das divulgações principais para validação interna.
Eduardo Flores — Coordenador Técnico do CBPS
Por onde começar a implementação do IFRS S1 e S2 na sua empresa
A pergunta mais frequente entre gestores que entenderam a urgência é: por onde começar? A resposta tem uma lógica universal — independente do setor, porte ou histórico de reporte da empresa.
- 1º — Diagnóstico: mapear onde a empresa está nas quatro áreas do CBPS 01 antes de qualquer decisão de implementação
- 2º — Governança: estrutura de supervisão do conselho documentada e papéis internos definidos
- 3º — Materialidade financeira: processo conduzido com base nos tópicos SASB do setor, documentado de forma auditável
- 4º — Coleta de dados: protocolo ativo com rastreabilidade desde o início do exercício, para cada tema material
- 5º — Relatório: consequência de uma infraestrutura que funcionou durante o ano
- Começar pelo relatório: sem infraestrutura, o relatório não resiste à asseguração razoável
- Subestimar o Escopo 3: dados de fornecedores sem protocolo ativo desde o início do exercício não são recuperáveis retroativamente
- Não envolver o CFO desde o início: a integração entre dados ESG e demonstrações financeiras exige participação da área financeira no processo, não apenas na revisão final
Para o guia completo com os três perfis de empresa, a linha do tempo trimestral detalhada e quando buscar ajuda especializada, leia Por onde começar: o caminho mais seguro para estar pronto para o IFRS S1/S2 em 2027.
As primeiras empresas brasileiras a adotar voluntariamente — Vale, Lojas Renner e B3 — confirmaram que o maior risco não é técnico: é de sequência. Empresas que começaram pela governança e pela materialidade antes de estruturar a coleta de dados tiveram implementações mais coerentes e auditáveis. Para aprender com esses casos, leia O que as primeiras empresas brasileiras a adotar IFRS S1/S2 fizeram diferente.
Todos os artigos da série IFRS S1 e S2 — aprofunde cada tema
Esta série cobre a jornada completa do decisor: do entendimento do sistema à ação concreta. Cada artigo aprofunda um aspecto específico do IFRS S1 e S2 — selecione o que é mais urgente para a sua empresa agora.
IFRS S1 e S2 no Brasil: o que muda para companhias abertas a partir de 2026. A visão estrutural — normas, cronograma, quem está obrigado e o que diferencia esse regime de tudo que veio antes.
A CVM não vai adiar: o relatório de sustentabilidade obrigatório 2027 é definitivo. O que as empresas que apostaram no adiamento perderam — e o custo de cada trimestre sem ação.
O que é materialidade financeira no IFRS S1: o conceito que mais trava as empresas brasileiras. Como conduzir e documentar o processo com base nos tópicos SASB do setor.
Como medir emissões de Escopo 3 para o IFRS S2 com rastreabilidade auditável. Estratégia em quatro passos, hierarquia de qualidade de dados e o que fazer quando os fornecedores não têm dados.
O que o conselho e o CFO precisam saber sobre IFRS S1/S2. Responsabilidade fiduciária, risco regulatório pessoal e as três perguntas que todo conselheiro deveria fazer agora.
Por que a firma que vai auditar seu relatório IFRS S1/S2 não pode ter feito a implementação. A regra de independência, o gargalo de capacidade e as três perguntas de diligência antes de contratar.
O que as primeiras empresas brasileiras a adotar IFRS S1/S2 fizeram diferente. Vale, Renner e B3: desafios reportados, padrões comuns e três lições práticas para quem implementa agora.
Como implementar o IFRS S1 e S2 na minha empresa: guia 2026. Os três perfis de empresa, a linha do tempo trimestral e os três erros mais caros a evitar.
IFRS S1 e S2 — perguntas frequentes
O que são o IFRS S1 e S2 no Brasil?
O IFRS S1 e S2 no Brasil correspondem aos Pronunciamentos Técnicos CBPS 01 e CBPS 02, tornados obrigatórios pelas Resoluções CVM 217 e 218 de outubro de 2024. O CBPS 01 estabelece os requisitos gerais de divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade — governança, estratégia, gestão de riscos, métricas e metas. O CBPS 02 é específico para riscos e oportunidades climáticos, incluindo emissões de Escopo 1, 2 e 3 e análise de cenários climáticos.
Quem está obrigado a seguir o IFRS S1 e S2 no Brasil?
Estão obrigadas todas as companhias abertas registradas na CVM, fundos de investimento emissores de valores mobiliários e securitizadoras, a partir do exercício fiscal iniciado em 1º de janeiro de 2026. Instituições financeiras dos segmentos S1 e S2 do Banco Central também estão obrigadas a partir de 2026, por força da Resolução CMN nº 5.185/2024.
Qual é o prazo para publicar o primeiro relatório obrigatório de IFRS S1 e S2?
O primeiro relatório obrigatório deve ser publicado em maio de 2027, referente ao exercício fiscal de 2026. A CVM rejeitou formalmente o pedido de adiamento apresentado pela ABRASCA em fevereiro de 2026 — o prazo é definitivo. A coleta de dados já está em curso desde 1º de janeiro de 2026.
O que é materialidade financeira no IFRS S1 e S2?
A materialidade financeira no CBPS 01 define que uma informação é material se sua omissão ou distorção pode influenciar razoavelmente as decisões dos investidores. O olhar é de fora para dentro — como riscos e oportunidades de sustentabilidade afetam o desempenho financeiro da empresa. É o oposto da materialidade de impacto do GRI.
O que é asseguração razoável e por que ela é exigida no IFRS S1 e S2?
A asseguração razoável é o padrão máximo de verificação independente — o mesmo aplicado às demonstrações financeiras auditadas. O auditor obtém evidências suficientes para concluir positivamente que as informações estão livres de distorções relevantes. A CVM exige asseguração razoável desde o primeiro relatório obrigatório do IFRS S1 e S2, sem período de carência.
Por onde começar a implementar o IFRS S1 e S2 na minha empresa?
O primeiro passo é o diagnóstico — mapear onde a empresa está em relação às quatro áreas do CBPS 01: governança, estratégia, gestão de riscos e métricas e metas. A sequência correta é: governança primeiro, materialidade financeira segundo, coleta de dados com rastreabilidade terceiro, relatório por último. Inverter essa ordem é o erro mais caro que uma companhia aberta pode cometer em 2026.
Para avaliar onde sua empresa está em relação a cada um desses requisitos — e o que precisa acontecer antes do fim de 2026 — o Painel de Prontidão IFRS S1/S2 da Auíri é o ponto de partida. Autodiagnóstico estruturado por pilar, mapa de gaps e linha do tempo comentada para 2026/2027, desenvolvido para ser apresentado ao conselho e à diretoria.
- IFRS S1 e S2 no Brasil: o que muda para companhias abertas a partir de 2026
- A CVM não vai adiar: o relatório de sustentabilidade obrigatório 2027 é definitivo
- Materialidade financeira no IFRS S1: o conceito que mais trava as empresas brasileiras
- Escopo 3 e IFRS S2: por que a cadeia de valor é o maior gargalo do reporte climático
- O que o conselho e o CFO precisam saber sobre IFRS S1/S2
- Por que a firma que vai auditar seu relatório IFRS S1/S2 não pode ter feito a implementação
- O que as primeiras empresas brasileiras a adotar IFRS S1/S2 fizeram diferente
- Por onde começar: o caminho mais seguro para estar pronto para o IFRS S1/S2 em 2027
Melissa Silvani é sócia e diretora de operações na Auíri, apaixonada por causas que importam e dedicada a construir pontes entre pessoas e propósitos.
Quer entender como o IFRS S1 e S2 se aplica à realidade da sua empresa? A Auíri pode ajudar a estruturar esse processo.