Prazo definitivo: exercício de referência já em curso — dados de 2026 precisam de rastreabilidade auditável agora
Material gratuito · Auíri

Sua empresa está
pronta para 2027?

O relatório IFRS S1/S2 é obrigatório para todas as companhias abertas brasileiras — e o exercício de referência já começou em janeiro de 2026. Descubra exatamente onde estão os seus gaps antes que o auditor descubra.

A CVM não vai adiar. Em fevereiro de 2026, a solicitação de adiamento da ABRASCA foi rejeitada. Amec, APIMEC, CFC e Ibracon confirmaram: o prazo é maio de 2027.
700+companhias abertas obrigadas a reportar
Mai/27prazo para o 1º relatório
32perguntas para diagnosticar seus gaps
4pilares do CBPS 01 cobertos
Gratuito
Painel de Prontidão IFRS S1/S2
Diagnóstico interativo + mapa de gaps + linha do tempo comentada 2026/2027
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Por que isso importa agora

O risco não está no relatório.
Está em não estar pronto.

A maioria das companhias abertas ainda trata o IFRS S1/S2 como um problema de comunicação. Não é. É um problema de dados, governança e controles internos — que precisam estar funcionando durante o exercício de 2026.

📋
Asseguração razoável exige controles funcionando em 2026
O auditor não verifica apenas o relatório — verifica os controles internos que geraram os dados ao longo do exercício. Controles implementados em 2027 não retroagem.
📊
Dados de Escopo 3 irrecuperáveis se não coletados agora
Mais de 80% das emissões médias estão no Escopo 3. Os dados de fornecedores de 2026 não podem ser recuperados retroativamente — o protocolo de coleta precisa estar ativo já.
⚖️
A firma que implementa não pode assegurar
A NBC PA 01 proíbe que a mesma firma que conduziu a implementação realize a asseguração. Empresas que não organizaram isso agora estão criando um conflito de independência sem saída.
"O problema não é não saber o que o IFRS S1/S2 exige. O problema é acreditar que o que a empresa já faz é suficiente."
A maioria das companhias abertas tem algum nível de reporte de sustentabilidade — GRI, CDP, relatório integrado. Mas o CBPS 01 parte de uma lógica radicalmente diferente: materialidade financeira, não materialidade de impacto. Os tópicos SASB do setor são ponto de partida obrigatório. A análise de cenários climáticos é exigida. A integração entre dados ESG e demonstrações financeiras é um pré-requisito para asseguração razoável.

Empresas que adaptam seus processos existentes sem conduzir um diagnóstico rigoroso chegam ao auditor com gaps que não conseguem mais fechar. O Painel de Prontidão foi desenvolvido para evitar exatamente isso.
Para quem é este material

Desenvolvido para quem
toma a decisão — ou responde por ela

O IFRS S1/S2 não é uma pauta de sustentabilidade. É uma pauta de finanças, governança e risco. Estas são as pessoas que precisam estar alinhadas antes de maio de 2027.

🏛
Diretores e Gerentes de Sustentabilidade / ESG
Responsáveis técnicos pelo reporte — precisam entender os requisitos do CBPS 01 e 02 e liderar a integração com finanças e jurídico.
💼
CFOs e Diretores Financeiros
O relatório de sustentabilidade terá o mesmo padrão de asseguração das demonstrações financeiras. O CFO precisa estar no centro do processo desde agora.
📣
Diretores e Gerentes de RI
O reporte IFRS S1/S2 impacta diretamente o relacionamento com investidores e analistas. RI precisa entender o que estará sendo divulgado — e quando.
🏢
Conselheiros e CEOs
O CBPS 01 exige evidência de supervisão do conselho sobre riscos de sustentabilidade. Isso está sendo documentado — e será auditado.
O que está incluído

Um guia operacional,
não uma introdução

O Painel de Prontidão não explica o que é o IFRS S1/S2. Ele avalia onde sua empresa está — e o que precisa acontecer, em que ordem, para estar pronta em 2027.

Autodiagnóstico interativo com 32 perguntas
Clique, pontue e veja seu nível de prontidão calculado em tempo real nos 4 pilares do CBPS 01.
Diagnóstico personalizado com gaps críticos
Ao concluir, você recebe uma análise específica dos seus pontos de exposição — não um relatório genérico.
Mapa de gaps por área
Governança, Estratégia, Gestão de Riscos e Métricas — com impacto de cada gap na asseguração razoável.
Linha do tempo trimestral 2026/2027
O que precisa acontecer em Q1, Q2, Q3 e Q4/2026 — com a sequência obrigatória de cada etapa.
Tabela de normas e contexto regulatório
CVM 193, CVM 217/218, CBPS 01 e 02 — o que cada normativo exige e quando entra em vigor.
Acesso imediato
Painel de Prontidão
IFRS S1/S2
Guia Prático para Companhias Abertas Brasileiras
Diagnóstico interativo
32 perguntas · 4 pilares · resultado em tempo real
Mapa de gaps
Gaps críticos por pilar + impacto na asseguração
Linha do tempo
Q1 a Q4/2026 + publicação maio de 2027
Baseado no CBPS 01 e 02 · Res. CVM 193, 217 e 218 · Março 2026
O que a regulação exige

O cronograma que não admite improviso

Cada etapa da implementação é pré-requisito da seguinte. Não há atalho — apenas o caminho certo ou o caminho que o auditor vai rejeitar.

Out/2023
CVM 193 — Brasil adota ISSB. Início do período voluntário.
Out/2024
CVM 217/218 — CBPS 01 e 02 tornam-se obrigatórios a partir de 2026.
Jan/2026 — agora
Exercício de referência em curso. Dados precisam de rastreabilidade auditável desde o 1º dia.
Mai/2027
Publicação obrigatória com asseguração razoável — mesmo padrão das demonstrações financeiras.
O que o diagnóstico avalia

Os 4 pilares do CBPS 01

Cada pilar tem requisitos específicos que precisam estar evidenciados para a asseguração razoável.

01
Governança — Supervisão do conselho, responsável formal pelo reporte, integração do CFO.
02
Estratégia e Materialidade — Materialidade financeira (SASB), análise de cenários, plano de transição.
03
Gestão de Riscos — ERM integrado, protocolo Escopo 3, rastreabilidade entre ESG e ERP.
04
Métricas e Metas — Controles internos, trilha de auditoria, auditor independente selecionado.
Onde as empresas erram

Os gaps que o auditor
vai encontrar — se você não encontrar antes

Risco alto
Materialidade GRI usada como substituto do CBPS 01
As lógicas são opostas. A GRI parte de impacto. O CBPS 01 parte de materialidade financeira — e exige os tópicos SASB do setor como ponto de partida. O auditor vai identificar a inconsistência.
Risco alto
Escopo 3 sem protocolo de coleta ativo em 2026
Os dados de fornecedores de 2026 não podem ser recuperados retroativamente. Mais de 80% das emissões médias estão no Escopo 3 — e o CBPS 02 exige as 15 categorias materiais.
Risco alto
Mesma firma para implementação e asseguração
A NBC PA 01 é clara: a firma que implementou não pode assegurar. Empresas que não resolveram isso agora estão criando um conflito sem solução disponível no tempo que resta.
Risco médio
CFO fora do processo — só na revisão final
O CBPS 01 exige integração entre dados ESG e demonstrações financeiras. Sem o CFO desde o início, a rastreabilidade entre os dois sistemas fica sem responsável técnico.
Descubra onde estão seus gaps
antes que o auditor descubra
O Painel de Prontidão é gratuito. São 32 perguntas, diagnóstico personalizado e próximos passos específicos para o perfil da sua empresa — em menos de 15 minutos.
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Perguntas frequentes

O que você precisa saber

As Resoluções CVM 217 e 218 se aplicam especificamente a companhias abertas registradas na CVM. No entanto, empresas que fazem parte da cadeia de fornecimento dessas companhias ou que planejam acessar o mercado de capitais devem acompanhar de perto — os requisitos de Escopo 3 do CBPS 02 farão com que as companhias abertas exijam dados de seus fornecedores.
Sim. O CBPS 01 parte de materialidade financeira — não de materialidade de impacto, como a GRI. O processo de decisão sobre temas materiais precisa considerar os tópicos SASB do seu setor como ponto de partida e documentar o raciocínio de inclusão e exclusão de cada tema. A análise GRI existente pode ser útil como insumo, mas não substitui o processo exigido pelo CBPS 01.
Asseguração razoável é o padrão máximo de verificação independente — o mesmo utilizado nas demonstrações financeiras auditadas. O auditor conclui positivamente que as informações estão livres de distorções relevantes, com testes de controles internos. Isso é radicalmente diferente da asseguração limitada (que conclui negativamente) e exige que os controles internos de coleta de dados estejam funcionando durante o exercício de 2026 — não apenas no momento de produção do relatório.
Depende. A firma que realizou a implementação do IFRS S1/S2 não pode assegurar o relatório (NBC PA 01 — conflito de independência). A mesma firma das demonstrações financeiras pode assegurar o relatório de sustentabilidade, desde que não tenha participado da implementação. O importante é verificar o registro no CNAI/CVM para asseguração razoável — não apenas limitada.
Não — e não se propõe a isso. O Painel é uma ferramenta de autoavaliação estruturada para identificar áreas de exposição e preparar a empresa para uma conversa mais informada com consultores e auditores. Empresas com prontidão baixa ou média geralmente precisam de suporte especializado para implementação — o Painel ajuda a entender por onde começar e quais gaps priorizar.

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